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FICHA
TÉCNICA
Texto
- Adélia Nicolete
Direção - Claudio Mendel
Argumento e supervisão - Luís
Alberto de Abreu
Preparação Musical e rítmica,
e Confecção dos instrumentos
Quintino Bento
Direção Musical - Eva Siellawa
Cenário - Márcio Douglas
Figurinos e adereços - Eva Siellawa
ELENCO
Carlos Rosa
Conceição de Castro
Eva Siellawa
Karina Muller
Caren Ruaro
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As
Serpentes Que Roubaram a Noite
O universo indígena é o tema abordado
no espetáculo destinado ao público infantil,
nova proposta da Cia Teatro da Cidade. “As Serpentes
Que Roubaram a Noite” é composto de lendas
e mitos indígenas contados pelos Munduruku. Os
velhos, que dominam a tradição oral dos
povos indígenas, contam as histórias para
as crianças, fortalecendo em cada um a compreensão
do universo em que vivem.
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A proposta lúdica
do espetáculo é estimular e despertar
a sensibilidade da criança e do jovem por meio
da narrativa e da contação de história.
Resgatar os personagens indígenas da história
brasileira através de suas lendas e mitos é
o principal objetivo desse trabalho da Cia Teatro da
Cidade, que pesquisa a linguagem narrativa desde a montagem
do espetáculo “Maria Peregrina”,
recém premiado pela Secretaria de Estado da Cultura
como o melhor espetáculo do interior do Estado
de São Paulo.
“As Serpentes que Roubaram a Noite” é
uma adaptação do livro escrito por Daniel
Munduruku, que hoje mora em Lorena – Vale do Paraíba.
O grupo desenvolveu a encenação utilizando
as técnicas do Teatro Narrativo. Essa técnica
permite preservar a importância da oralidade,
sem perder a magia do teatro no ato de contar as histórias.
Na encenação são preservados os
elementos lúdicos, para que o espectador, além
de entender o conteúdo de cada lenda ou mito,
possa se emocionar e se sentir “dentro”
de cada fato narrado.
O trabalho é permeado de músicas e sons
das aldeias, sem perder a magia e o lúdico, necessários
para a ilustração da narrativa oral que
será utilizada no espetáculo. A cenografia,
os figurinos e a iluminação serão
essenciais, porém simples, como exige a linguagem
da Narrativa. |
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FICHA
TÉCNICA
Texto
- Neils Petersen
Direção - Carlos Rosa
Produção e Marketing - Lucilene
Dias
Assistente de produção - Ana
Cristina Freitas
Iluminação - Cláudio
Mendel
Sonoplastia - Luiz Carlos Jr.
Cenários - Carlos Rosa
Figurinos - Lucilene Borges e grupo
Maquiagem - Lucilene Borges
Designer gráfico - Ed Trawtmam
Operador de som e luz - Isabel Cedotte
ELENCO
Edson Gory - Hortência
Fabrício Santana - Margarida
Diogo Cábuli - Dalva
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A
Noite das Mal Dormidas
A comédia “A Noite das Mal Dormidas”,
espetáculo teatral de Neils Petersen, conta a
história de três solteironas pudicas, defensoras
da moral e bons costumes, que vivem num apartamento
esquecido pelo tempo. Neste apartamento elas passam
os dias observando a vizinhança, falando mal
de colegas de trabalho, se digladiando em várias
discussões absurdas e engraçadas.
O cômico cotidiano das três solteironas
revela as diferenças entre o seu comportamento
público, que utiliza como máscara a intransigente
defesa da moralidade rígida e tradicional e o
seu convívio íntimo, onde aparece claramente
o fantasma do medo da solidão e todos os anseios
e desejos reprimidos. Nele a comédia mostra sua
força ao expor o drama por trás do riso.
A platéia se identifica ou identifica alguém
do seu ciclo pessoal na peça, o que torna as
personagens, apesar da sua aparente antipatia, ainda
mais carismáticas e divertidas.
A presente montagem (com direção de Carlos
Rosa) utiliza um recurso inusitado: as solteironas Hortênsia,
Margarida e Dalva são interpretadas por três
homens. |
Esse recurso se justifica como, além
de mais um atrativo que realça o absurdo das
situações, um recurso que conduz o público
ao riso crítico; para caracterizar uma suposta
masculinização nas maneiras, acarretada
pela alienação, pela rigidez, pelo isolamento
de suas personagens.
Para o patrocinador, “A Noite das Mal Dormidas”
é uma excelente alternativa para dar visibilidade
a sua marca (cultura enquanto veículo de comunicação).
Avaliando-se o autocusto da mídia impressa e
eletrônica, o investimento em cultura amplia sua
visibilidade e objetiva a promoção do
produto cultural junto ao seu público-alvo, potencializando
o seu custo/benefício.
Consciente também que o investimento no patrocínio
de um projeto cultural, será proporcional ao
grau de identificação entre o universo
de pessoas atingidas pelo mesmo e o seu próprio
universo de consumidores.
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FICHA
TÉCNICA
Adaptação
- Edson Gory
Direção - Claudio Mendel
Diretores assistentes - Andréia Barros,
Edson Gory
Direção Musical - Márcio
de Oliveira
Iluminação e Sonoplastia -
Claudio Mendel
Preparação de Atores - Gonzaga
Pedrosa
Figurinos e Adereços - Wendi Caires
Programação visual - Wallace
Puosso
Fotos - Isabel Cedotte, Simone Vaz, Simone
Stéfano
ELENCO
Adriana Barja - Jocasta
André Ravasco - Creonte
Beatriz Reno - Tirésias
Caren Ruaro -Antígona
Felipe Daniel - Pastor
Guilherme Testoni - Corifeu
Mariana Reno - Tirésias
Raphael Carlos - Arauto
Vagner Sobrinho - Emissário
Wallace Puosso - Édipo Rei
William Lopez - Coro
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Édipo Rei
O que pretendeu Sófocles ao escrever “Édipo
Rei”? Poucos sabem e poucos saberão. E
nos interessa saber essa resposta ao trabalhar o texto
nesse início de século XXI? Talvez. O
mais importante é sabermos da sua contemporaneidade.
Em que e como pode contribuir para nossa realidade atual.
Aí sim teremos muitas perguntas e, com certeza,
muitas respostas. A eterna busca de nossa identidade
é o que mais nos intriga nessa magnífica
obra do tragediógrafo grego. Essa busca é
a identidade entre os humanos, entre os povos, entre
as nações. E por conseguinte, entre qualquer
uma das gangues humanas sobre o nosso planeta. Ao mesmo
tempo, em pleno século XXI, as minorias sejam
elas em gangues ou em comunidades organizadas-, continuam
lutando na busca de representatividade e reconhecimento
da eterna luta estabelecidas entre oprimidos e opressores.
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Esse foi o principal desafio
estabelecido para a concretização de um
espetáculo que pudesse resgatar a força
desse texto milenar, de forma moderna e ao mesmo tempo
clássico em sua concepção, pois
o popular e o erudito, são na verdade a base
moderna da existência humana. Assim, com o palco
nu, somente com os atores em cena, da mesma forma que
foi encenada na Grécia Antiga, apenas auxiliado
pela tecnologia da iluminação cênica
é que a direção de "Édipo
Rei” partiu para a a concepção cênica
do espetáculo. A proposta é o resultado
de uma pesquisa de linguagem na qual são aplicadas
técnicas do Teatro Narrativo, do princípio
da biomecânica de Meyerhold e das ações
físicas de Staninlavsky, estudados pelos diretores
e elenco, des 2004.
O conflito do texto, re-trabalhado por Edson Gory, mas
sem perder a estrutura da tragédia de Sófocles,
é encenada a partir da relação
dos componentes de uma gangue do século XXI.
O mais importante, no entanto, não é a
identidade dessa gangue, mas sim a luta que enfrenta
para fazer valer e prevalecer a sua identidade. Quem
somos? O que somos? Para que somos? Essa tem sido e
será sempre a nossa busca de resposta. Essa é
a gangue humana no universo. Essa é a gangue
em cena de “Édipo Rei” A direção
prioriza e aprofunda o trabalho dos atores na descoberta
de ferramentas essenciais para o processo criativo da
representação dramática. |
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FICHA
TÉCNICA
Direção - Edson
Gory
Dir. Assistente - Diogo Cábuli
Maquiagem - Diogo Cábuli
Figurino - Diogo Cábuli
Texto - Edson Gory
Iluminação - Edson Gory
Sonoplasta - David Godoy e Edson Gory
ELENCO:
Tuka Souza - "Realidade"
Érica Theodoro - "Memória"
Marilda Carvalho - "Realidade"
Olívia Prado "Memória"
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A Quarta Constelação
O Câncer de mama é um dos grandes estigmas
no universo feminino. Sua incidência vem a cada
dia aumentando, o que se torna de extrema importância
à comunicação de alerta ao grande
público.
“A Quarta Constelação”, espetáculo
realizado pela Cia Teatral Troupe do Autor, escrito
e dirigido por Edson Gory, retrata o câncer de
mama descoberto em estágio avançado. Utilizando-se
de recursos cênicos como a narrativa, plano realidade
e plano memória, o espetáculo é
conduzido por duas atrizes se revezando na mesma personagem,
que buscam transmitir ao espectador a importância
da auto-avaliação. Em momentos de identificação,
emoção e alerta, projeta no indivíduo
a conscientização, o amor próprio
e o amor ao próximo.
É um espetáculo especialmente produzido
para expressar o amor:
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· Para quem ama uma
mulher
· Para o pai, o marido, o filho.
· Para a mãe, a irmã, a filha.
· Para todas as mulheres
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FICHA
TÉCNICA
De Luís Alberto de Abreu –
Prêmio Shell 2004
Mais de 150 apresentações.
Cinco anos em cartaz.
Mais de 20 mil espectadores.
Mais de 40 prêmios.
Um dos cinco melhores espetáculos
da temporada paulista de teatro
em 2002.
Direção - Claudio Mendel
Assessoria Teórica - Alexandre Mate
Assessoria de Esp.Corporal - Reynaldo Puebla
Cenotécnico - Jorge Avelino Ferreira
Silva
Costureiras - Zeza Araújo e Maria
Pereira Rodrigues
Fotos - Maria Brasil, Flávio Craveiro,
arquivo do jornal ValeParaibano e fotos de família
Asses. de Imprensa: Karina Müller e Andréia Barros
Divulgação - Carlos Rosa e
Conceição de Castro
Cenário, fig.e adereços -
Carlos Eduardo Colabone
Iluminação - Daniel Augusto
e Claudio Mendel
Operação de Luz - Daniel Augusto
Diretor Musical-Márcio de Oliveira
Designe Gráfico - Marco Biruel
Assistente de Dir. Musical - Eva Siellawa
Diretores Assistentes - Atul Trivedi e Eva
Siellawa
ELENCO:
Carlos Rosa
André Ravasco
Adriana Barja
Conceição de Castro
Caren Ruaro
Tamara Cardoso
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Maria
Peregrina
A peça "Maria Peregrina" é
a décima quarta montagem da Cia Teatro da Cidade,
grupo teatral sediado em São José dos
Campos. O espetáculo, que estreou em maio de
2000, teve o patrocínio da Johnson & Johnson
através da Lei de Incentivo Fiscal de São
José dos Campos do ano de 1999 e marcou a comemoração
dos dez anos de atividades do grupo na cidade. Em junho
de 2002, a peça recebeu o primeiro prêmio
no Mapa Cultural Paulista 2001/2002, concorrendo com
mais de cem espetáculos de todo o Estado de São
Paulo.
Escrito por Luís Alberto de Abreu, um dos maiores
dramaturgos brasileiros da atualidade, o texto narra
a história de Maria Peregrina, personagem que
faz parte do universo folclórico da região
do Vale do Paraíba, tendo sido, inclusive, tema
do sexto Caderno de Folclore, de autoria do artesão
Benedito José Batista de Melo, editado pela Fundação
Cultural Cassiano Ricardo em 1992.
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Maria Peregrina, conhecida
também como Nega do Saco ou Maria do Saco, viveu
mais de 20 anos como uma andarilha pelas ruas de Santana
( um dos bairros mais antigos de São José
dos Campos) e, após a sua morte em 1964, passou
a ser considerada santa popular. Diariamente seu túmulo
ainda é visitado por dezenas de pessoas em busca
de graças e milagres.
A partir de pesquisas e das inúmeras histórias
dos moradores locais sobre a andarilha, o dramaturgo
Luís Alberto de Abreu optou em trabalhar com
o imaginário em torno dos fatos e episódios
levantados, transformando o texto em três histórias
distintas que narram o universo da personagem Maria
Peregrina.
A montagem se utiliza do teatro épico, onde
os atores narram e vivenciam as histórias ao
mesmo tempo, ora no passado ora no presente. Essa pesquisa
levou o dramaturgo ao estudo da estrutura do teatro
clássico japonês, o teatro Nô, uma
forma teatral antiga desenvolvida no oriente há
mais de quinhentos anos.
O autor conta que quando foi convidado para escrever
um texto teatral para a Cia Teatro da Cidade aceitou
de pronto, primeiramente, pela perspectiva do desenvolvimento
de um trabalho voltado à própria região,
lugar de uma cultura centenária, tradicional,
forte e que vai se modificando profundamente sob o impacto
da urbanização industrial, pois, "perceber,
registrar, discutir essas mudanças, apontar seus
resultados é a função primeira
do fazer artístico."
Três histórias distintas narram o universo
de Maria Peregrina.
Conhecida como Nega do Saco ou Maria do Saco,
Maria Peregrina viveu mais de 20 anos na ruas de Santana,
um dos bairros mais antigos de São José
dos Campos.
Após a sua morte, ocorrida em 1964, passou a
ser considerada santa popular e, atualmente, faz parte
do universo folclórico da região do Vale
do Paraíba.
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