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A atual montagem, sob direção e concepção de Cláudio Mendel, rompe com o tradicional e leva o espetáculo para o formato "arena", onde a delimitação do espaço cênico e feita por um único elemento: o grande "colchão redondo". As movimentações dos atores obedecem a marcas circulares e permite que o espectador esteja "dentro das cenas". O Diretor da vida a narração da personagem Geni - que no início já havia cometido suicídio. Substitui a forma mecânica do gravador pela performance da atriz (Adriana Barja) - que representa a Geni "morta". E que não sai em nenhum instante da cena - como também os outros oito personagens. Além de trazer a saga da prostituta Geni em vida, na atuação da atriz Andréia Barros. As duas "Genis" se entrelaçam numa verdadeira dança entre a vida e a morte, e o toda a montagem e permeada por sonho e realidade; ficção e real; Stanislawsky e Brecht. |